como se vestem as pessoas mais felizes do mundo?

& um styling guide para o carnaval

 

hey!

toda vez que vejo alguma cidade sendo considerada “a mais feliz do mundo”, fico curiosa pensando qual foi o termômetro usado para medir isso — e, principalmente, como essas pessoas vivem de fato. Copenhagen tem sido pauta no mundo da moda há algum tempo e, coincidentemente, foi eleita a cidade mais feliz do ano passado. Mas por que eles são tão felizes? E como isso se reflete na forma de se vestir?

Para aprofundar esse olhar, chamei a Sarah e a Frederikk, que moram lá, para complementar o assunto e trazer a sua visão.

E, claro, tem também um styling guide para o Carnaval. Calma: para quem não gosta de bloquinhos e festa, existe uma versão light (rs).

Espero que gostem :)

Have a nice reading!

Inside Copenhagen’s way of dressing

A moda é um reflexo do coletivo. Ela mostra a sociedade e a comunidade que habitamos, revela comportamentos universais do zeitgeist e anda lado a lado com tendências comportamentais. Mas não podemos deixar de lado o eu pessoal. Sim, o eu é altamente influenciável pelo coletivo, mas é um fato que a maneira como nos vestimos também é um retrato direto de como nos sentimos.

Copenhagen foi eleita a cidade mais feliz do mundo pelo Happy City Index em 2025. Um dado curioso, considerando que é conhecida por suas longas temporadas de frio, e que comprovadamente, países mais gelados concentram índices maiores de depressão. Ainda assim, os dinamarqueses não se deixaram abalar pelo clima. Muito pelo contrário: desenvolveram um mindset próprio que prepara corpo e mente para temperaturas baixíssimas.

A Dinamarca é um país desenvolvido, onde tudo funciona. Existem mais árvores do que pessoas nas ruas, grande parte da população se desloca a pé ou de bicicleta, o transporte público caminha para ser emissão zero, painéis solares fazem parte da paisagem urbana, resíduos são transformados em energia e aquecimento para as casas. A cozinha local é hipervalorizada, o estilo de vida saudável está diretamente ligado ao bem-estar, e saunas e banheiras de gelo são comuns — até mesmo em restaurantes.

Existe um termo dinamarquês chamado Hygge, que inclusive virou tema de best-seller. A palavra não tem tradução exata, mas se aproxima da ideia de aconchego e bem-estar. É ela que define o mindset de quem vive ali e que faz tudo funcionar melhor, inclusive a moda.

O segredo está ai, eles moldaram a própria psicologia, o inverno não é um obstáculo, mas um convite ao aconchego, ao escapismo e ao prazer de se vestir bem para enfrentar o clima.

Em novembro de 2025, Copenhagen teve apenas cerca de 44 horas de sol durante todo o mês — e, ainda assim, ninguém parece esperar que ele passe. Pelo contrário: eles se expõem conscientemente. Caso contrário, todos estariam deprimidos. Afinal, não existe tempo ruim, apenas roupa inadequada. Claro, a suplementação de vitamina D entra no pacote (rs).

A moda é reflexo de políticas públicas. As roupas relaxam quando a vida funciona. Menos consumo por ansiedade, menos compras por status, e um guarda-roupa extremamente funcional que desmistifica a ideia de que o minimalismo é boring.

A moda em Copenhagen pode ser lida através de uma interpretação da Pirâmide de Maslow. Criada em 1943, essa teoria da psicologia organiza as necessidades humanas em níveis hierárquicos. Quando as necessidades básicas estão resolvidas, abre-se espaço para a expressão, a criatividade e a individualidade. Abaixo, fiz uma ilustração de como o modo de se vestir muda de acordo com quais necessidades são supridas.

De fato, a personalidade aparece mais quando o básico está resolvido. Uma expressão que ganhou força no pós-Segunda Guerra Mundial é Welfare State, que defende que o Estado se responsabiliza pelas necessidades básicas da população. Se um Estado consegue organizar uma guerra, ele também consegue organizar o bem-estar. Lindo na teoria — raríssimo na prática.

O Welfare State reduz o medo de arriscar. As pessoas se sentem seguras para tentar algo novo: seja empreender em um ramo desconhecido, seja ousar no look para trabalhar. Isso também resulta em um consumo mais consciente, em que ninguém precisa se provar para chegar a lugar algum.

Consumir é um ato cultural, simbólico e social. Serve para construir identidade, pertencer a grupos, expressar valores, lidar com inseguranças ou afirmar liberdade. Em uma cidade como Copenhagen, o consumo muda de “Como serei visto?” para “Como quero viver meu dia hoje?”. A moda não precisa compensar nada, porque o país funciona e as necessidades são atendidas.

Você raramente verá alguém usando salto alto durante o dia em Copenhagen. O conforto é altamente valorizado, até porque ninguém consegue pedalar com um salto fino cravando no pedal.

A funcionalidade das peças não as torna sem graça. Pelo contrário: eles criam roupas divertidas e statement, sem perder o propósito. Uma das marcas mais cool do momento é dinamarquesa: Ganni.

Outras marcas que traduzem esse estilo de Copenhagen e são super cool são: Rotate bu Berger, Christensen, Bawn and Dergather e Toteme. Vale seguir e acompanhar.

Copenhagen ganhou os holofotes no mundo da moda recentemente, mas o mindset e a felicidade — quase contraditórios ao clima do país — são geracionais. Estão enraizados na cultura. Afinal, quando o básico é suprido, existe tempo para explorar o que realmente nos faz bem, o que precisamos e como queremos viver.

O conforto — não só na moda, mas na vida — é um privilégio social. E a moda ali vai muito além de um look bonito enquanto alguém pedala pela cidade.


Shop my cool finds 🙂 
  • Casaco Gallerist: uma obra de arte em forma de peça. Statement e tira qualquer look do óbvio.

  • Bolsa nk: cool. a cor deixa ela coringa, mas as tachas fazem ela ter um toque bem mais descolado e descontraído. amo essa bolsa.

  • Sapato Arezzo: muito fofo, salto do tamanho ideal para o dia a dia. vai com

    tudo.

  • Calça Zara: modelagem diferente, deixa o look mais interessante. a cor também é fora do óbvio, amei.

  • Scrunchie Zara: amo maxi scrunchies. acho que complementa o visual. gosto de usar quando acho que minha roupa está muito básica.

* Para aprofundar a conversa do Fashion Talks, convidei duas pessoas que são de Copenhagen para trazer a perspectiva delas em relação a moda de lá. Como os textos estão em inglês, vou manter o original e logo em seguida a tradução. Trendsetter em dose dupla hoje.

Fashion in Copenhagen w/ Sarah Janerka

My name is Sarah Kaiser, I am 26 years old and work as a designer at Globe Studios, while also running my own styling agency, Artisn.

Fashion has followed me for as long as I can remember, but over the past ten years it has become deeply personal. It is no longer just something I work with, it is something that shapes how I see myself, how I move through the world, and how I understand identity.

Living in Copenhagen has played a big role in that journey.

What I love about Copenhagen is the honesty in the way people dress. There is a quiet freedom in the streets, a sense that style is less about impressing and more about expressing. You see softness, strength, individuality, and vulnerability existing side by side. No one looks the same, and yet everything feels connected. That confidence, without the need to be loud, is what makes the Copenhagen fashion scene feel so special to me.

At the same time, I feel the fashion landscape in Copenhagen is shifting. After a period dominated by volume, oversized shapes, and baggy silhouettes, the expression is moving toward something more refined. Lines are becoming cleaner, silhouettes more defined, and a softer, more feminine touch is emerging.

I find it inspiring how fashion constantly looks back in order to move forward. References from past decades are reinterpreted and used as a foundation for something new, and this dialogue between past and present strongly shapes the current fashion image. It is not about repeating, but about finding a new balance between strength and softness, where femininity feels natural rather than staged.

Working within the fashion industry also means being aware of its contradictions.

Fashion, by nature, is not sustainable. It is built on production, consumption, and constant change. For me, sustainability is therefore not about claiming perfection, but about making conscious choices where I can.

Nearly eighty percent of my wardrobe consists of second hand and vintage pieces. These are the garments that shape my style. They are found, not produced for me, and because of that I feel a deeper connection to what I wear. Pre owned clothing allows me to express myself more honestly. It feels more real, more aligned with who I am, and in many ways it has helped form my identity.

Copenhagen constantly inspires me, not in a loud way, but in a subtle, everyday rhythm. The way people move, live, and dress feels natural and unforced. Especially during Fashion Week, you sense how the city’s spirit reaches far beyond itself. For me, Copenhagen is a place where style is not something you put on, but something you live.

🇧🇷 tradução:

que eu amo em Copenhagen é a honestidade na forma como as pessoas se vestem. Existe uma liberdade silenciosa nas ruas, uma sensação de que o estilo é menos sobre impressionar e mais sobre expressar. Você vê suavidade, força, individualidade e vulnerabilidade coexistindo lado a lado. Ninguém se parece com ninguém e, ainda assim, tudo parece conectado. Essa confiança, sem a necessidade de ser barulhenta, é o que faz a cena de moda de Copenhague parecer tão especial para mim.

Ao mesmo tempo, sinto que o cenário da moda em Copenhage nestá passando por uma mudança. Depois de um período dominado por volumes, formas oversized e silhuetas amplas, a expressão caminha para algo mais refinado. As linhas estão se tornando mais limpas, as silhuetas mais definidas, e um toque mais suave e feminino começa a emergir.

Acho inspirador como a moda constantemente olha para trás para conseguir avançar. Referências de décadas passadas são reinterpretadas e usadas como base para algo novo, e esse diálogo entre passado e presente molda fortemente a imagem atual da moda. Não se trata de repetir, mas de encontrar um novo equilíbrio entre força e suavidade, onde a feminilidade parece natural, e não encenada.

Trabalhar dentro da indústria da moda também significa estar consciente de suas contradições.

A moda, por natureza, não é sustentável. Ela é construída sobre produção, consumo e mudança constante. Para mim, sustentabilidade não é sobre reivindicar perfeição, mas sobre fazer escolhas conscientes sempre que possível.

Quase oitenta por cento do meu guarda-roupa é composto por peças de segunda mão e vintage. São essas roupas que moldam o meu estilo. Elas são encontradas, não produzidas para mim, e, por isso, sinto uma conexão mais profunda com o que visto. Roupas pre owned me permitem me expressar de forma mais honesta. Tudo parece mais real, mais alinhado com quem eu sou, e, de muitas maneiras, isso ajudou a formar a minha identidade.

Copenhagen me inspira constantemente — não de forma barulhenta, mas em um ritmo sutil e cotidiano. A maneira como as pessoas se movimentam, vivem e se vestem parece natural e sem esforço. Especialmente durante a Fashion Week, é possível sentir como o espírito da cidade vai muito além de si mesma. Para mim, Copenhagen é um lugar onde estilo não é algo que você veste, mas algo que você vive.

Fashion in Copenhagen w/ Frederikke

Hi, my name is Frederikke — but most people call me Frede. I’m 24 years old and I live in Copenhagen.
I work as a Social Media Manager at Matas, Denmark’s biggest beauty and lifestyle company, where I manage our Snapchat profile and get to use my creativity to create inspiring and useful beauty content across our social platforms.

I moved to Copenhagen last January after living abroad for a few years in Madrid. While I really loved that chapter in my life, it feels really good to be back in Denmark, close to my friends and family again.

As I’m writing this, there’s a full-blown snowstorm outside my window. The city is completely white, and everyone has of course dressed accordingly — darker tones, lots of layers, practicality first. Right now, Copenhagen looks calm, quiet, almost muted.

But just last week, Copenhagen Fashion Week took over the city, and that contrast is exactly what inspires me the most about the fashion here.

Because even with minus degrees, no sun, wind and clouds, the chic Copenhagen women don’t stop dressing creatively — they adapt. Big scarves wrapped with intention, Uniqlo heattech hidden underneath cool Danish brands, structured coats layered over playful silhouettes.

Copenhagen fashion meets reality where it is and that’s what I think we do so well.

I feel inspired every day when I go to work in the city center. My wishlist seems to grow a little every week, because the taste in fashion here is genuinely incredible. Here practicality and style go hand in hand. Everyone bikes, walks, layers, so the clothes have to make sense for everyday life.
And when fashion is built around real life, it naturally becomes more conscious. Pieces are chosen to last and to be re-worn across seasons rather than follow micro trends.

Sustainability isn’t a trend here; it’s a mindset. Secondhand fashion is very popular, and people are very good at mixing vintage finds with with new pieces that can be worn season after season.
This approach has especially influenced me and how I shop and build my wardrobe -prioritizing longevity, versatility, and pieces that actually fit my everyday life!

In 2026, I’m trying to be even more conscious of my purchases — and also to sell more of the clothes I don’t touch anymore on every Danish girl’s favorite app, Vinted, haha lol. But let’s be honest, it’s hard! The second I step outside my apartment, I get inspired by the girl walking next to me on the city walk. Copenhagen has that effect on you.

Never been to Copenhagen? Come see the streets for yourself — walk or bike (!!!) the city, try a BMO at one of our many bakeries, soak up the effortless style, and leave a little inspired (and maybe with a even bigger wishlist hehe).

Xx
Frederikke Qvist

🇧🇷 tradução:

Enquanto escrevo isso, há uma nevasca intensa do lado de fora da minha janela. A cidade está completamente branca, e todos, claro, se vestiram de acordo — tons mais escuros, muitas camadas, praticidade em primeiro lugar. Neste momento, Copenhague parece calma, silenciosa, quase contida.
Mas apenas na semana passada, a Copenhagen Fashion Week tomou conta da cidade, e esse contraste é exatamente o que mais me inspira na moda daqui.

Porque, mesmo com temperaturas negativas, sem sol, vento e céu nublado, as mulheres chiques de Copenhague não deixam de se vestir de forma criativa — elas se adaptam. Cachecóis grandes enrolados com intenção, Uniqlo Heattech escondido sob marcas dinamarquesas cool, casacos estruturados sobre silhuetas divertidas.

A moda de Copenhague encontra a realidade onde ela está — e é isso que acho que fazemos tão bem.

Sinto-me inspirada todos os dias quando vou trabalhar no centro da cidade. Minha wishlist parece crescer um pouco a cada semana, porque o gosto para moda aqui é genuinamente incrível. Aqui, praticidade e estilo caminham juntos. Todo mundo anda de bicicleta, caminha, se veste em camadas, então as roupas precisam fazer sentido para a vida cotidiana.

E quando a moda é construída em torno da vida real, ela naturalmente se torna mais consciente. As peças são escolhidas para durar e para serem usadas novamente ao longo das estações, em vez de seguir microtendências.

Sustentabilidade não é uma tendência aqui; é uma mentalidade. A moda de segunda mão é muito popular, e as pessoas sabem muito bem misturar achados vintage com peças novas que podem ser usadas temporada após temporada.

Essa abordagem me influenciou especialmente — na forma como compro e construo meu guarda-roupa, priorizando longevidade, versatilidade e peças que realmente se encaixam no meu dia a dia!

Em 2026, estou tentando ser ainda mais consciente com minhas compras — e também vender mais das roupas que não uso mais no app favorito de toda garota dinamarquesa, o Vinted, haha lol. Mas sejamos honestos: é difícil! No segundo em que saio do meu apartamento, já me inspiro na garota caminhando ao meu lado na rua. Copenhague tem esse efeito sobre você.

Nunca esteve em Copenhague? Venha ver as ruas por si mesma — caminhe ou pedale (!!!) pela cidade, experimente um BMO em uma de nossas muitas padarias, absorva o estilo sem esforço e vá embora um pouco inspirada (e talvez com uma wishlist ainda maior, hehe).

Xx
Frederikke Qvist

Última edição da The Setters antes do Carnaval, e claro que eu não ia deixar passar as dicas de looks e do que levar na mala pra quem vai viajar.

Nesse feriado, eu sinto que existem dois moods bem definidos: quem ama festa, bloquinho na rua e muito brilho; e quem aproveita pra desacelerar, se exercitar e recarregar as energias. Eu sou total do segundo time, rs.

Pensando nisso, montei duas opções de mala — uma pra cada mood. Let’s pack together.

✴︎ ✦ ✴︎ Team Glitter On ✴︎ ✦ ✴︎

Escolhi peças versáteis que você consegue usar depois em diversas ocasiões, sem necessariamente ser no carnaval ou na praia. Os maiôs podem ser usados como body no dia a dia, e as saias e vestido como saída de praia e dias de calor.

Pra quem ama bloquinho e festa, não podem faltar looks coloridos, práticos e frescos. E além do óbvio: chinelo de dedo, leque e muito glitter.

Montei essa mala pensando exatamente nesses looks:

✴︎ ✦ ✴︎ Team Soft Days ✴︎ ✦ ✴︎

Chill girls, it's our time! Escolhi peças que funcionam em qualquer lugar. Eu amo os macaquinhos pra praticar yoga ou pilates. E os biquínis combinam com muitas saídas e pareôs!

Fiz essa mala pensando nesses looks:

& more: Na compra de qualquer biquíni (conjunto full price) você ganha um pingente do seu signo para personalizar ❤️ 

O marketing e o PR da Rhode estão entre os meus favoritos do momento.

Sempre me pergunto se a marca seria tão hypada se a dona não fosse a Hailey Bieber. Particularmente, acho que sim — mas levaria muito mais tempo. O rosto dela impulsionou tudo, claro, mas é a execução do branding que sustenta o desejo. E isso eles fazem de forma impecável.

Nesta semana, a marca promoveu um evento em Montana, em uma ski station. Quem estivesse por lá teve acesso antecipado aos novos lançamentos, Caffeine Reset e Mint Recovery. Genial o contraste da identidade visual com a neve — dá pra “sentir” o frescor só de olhar.

A Rhode personaliza absolutamente tudo: adesivos, garrafas, boias, canecas. São objetos que não estão à venda, mas que acabam sendo ainda mais desejáveis do que os produtos compráveis. Eles não vendem só itens, vendem presença, memória e vontade. E, sinceramente? Faria loucuras por essa canequinha.

Instagram Post

🏠 Doll house but make it Valentino: a marca abriu uma pop up de Valentino Beauty em Shangai. Tudo foi feito para parecer literalmente uma casa de boneca. A dream! Queria morar ai dentro.

✏️ O novo Jonathan Anderson? A Dior chamou crianças para visitar a exposição da coleção de Alta Costura e desenhar as peças. O novo Jonathan Anderson pode estar entre eles.

💌 Show stopping. A press tour de O Morro dos Ventos Uivantes (muito bom inclusive, assistam!!!!) está rendendo muitos looks extra românticos, com uma pitada de dark side. Esse foi meu favorito!

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Editor’s note

Oie! Eu sou a Pri Cao, e eu escrevo, edito e faço a curadoria de cada conteúdo que você encontra por aqui! Sempre fui apaixonada por moda e por toda liberdade criativa que ela nos proporciona. A ideia da The Setters é trazer conteúdos autênticos, com dados e estudos, mas também com a minha visão de mundo.

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